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Investimentos em Fundos Dolarizados

Proteja seu patrimônio da desvalorização do real e invista nos maiores mercados do mundo sem sair do Brasil.
Investimentos em Fundos Dolarizados

O que são Investimentos em Fundos Dolarizados?

Fundos dolarizados são investimentos cujos ativos estão atrelados ao dólar ou a mercados internacionais, permitindo que você diversifique seu patrimônio além da economia brasileira. Por meio de instrumentos como BDRs (Brazilian Depositary Receipts), ETFs globais e fundos internacionais negociados na B3, qualquer investidor pode acessar empresas como Apple, Microsoft, Amazon e índices como o S&P 500, tudo em reais, sem precisar abrir conta no exterior.

Investir em fundos dolarizados é uma forma inteligente de proteger o poder de compra diante da desvalorização do real, diversificar geograficamente a carteira e participar do crescimento das maiores economias do mundo. Pesquisas da FGV apontam que entre 16% e 20% do patrimônio de um investidor brasileiro deveria estar em ativos internacionais, justamente para equilibrar a exposição cambial que já existe no consumo cotidiano.
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Destaques

Proteção Cambial do Patrimônio Quando o real se desvaloriza, os ativos dolarizados sobem em reais, funcionando como um escudo contra crises econômicas e instabilidades políticas do mercado local.
Diversificação Internacional Acesse ações das maiores empresas do mundo — Apple, Nvidia, Amazon, Microsoft — e índices globais como o S&P 500 e MSCI World, tudo pela bolsa brasileira.
Duplo Potencial de Retorno O "carrego cambial" permite ganhos duplos: valorização dos ativos internacionais mais a alta do dólar frente ao real, multiplicando a rentabilidade da carteira no longo prazo.
Acesso Simplificado pela B3 Invista em ETFs internacionais e BDRs diretamente pela sua corretora brasileira, sem burocracia de contas no exterior, remessa de dinheiro ou pagamento de IOF sobre câmbio.
Gestão Profissional dos Recursos Nos fundos internacionais, gestores especializados fazem a seleção e o rebalanceamento dos ativos, sem que você precise acompanhar o mercado americano diariamente.
Tributação Simplificada Desde 2024, os rendimentos de investimentos no exterior são tributados com alíquota única de 15% ao ano, sem carnê-leão mensal ou controle de variação cambial avulso.
Aporte Acessível para Qualquer Perfil É possível iniciar a dolarização da carteira com valores a partir de R$ 100, por meio de ETFs como IVVB11 ou SPXI11 negociados na B3, sem exigência de grandes aportes iniciais.
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Os principais tipos são: ETFs internacionais (como IVVB11 que replica o S&P 500), BDRs de ações de empresas globais (Apple, Amazon, Nvidia), fundos de investimento internacionais geridos por especialistas, e para quem tem patrimônio maior, conta direta em corretoras no exterior como Avenue ou Nomad. Cada modalidade tem liquidez, custo e risco diferentes.

Não. A maior parte dos investimentos dolarizados pode ser feita diretamente pela B3, usando sua corretora brasileira habitual. ETFs internacionais e BDRs são negociados em reais, sem necessidade de remessa de dinheiro para o exterior, sem IOF sobre câmbio e com a mesma praticidade das ações nacionais.

Sim. Quando o real perde valor frente ao dólar, os ativos dolarizados tendem a subir em reais, compensando parcialmente ou totalmente a desvalorização cambial. Esse comportamento é especialmente relevante em períodos de instabilidade econômica ou política no Brasil, que historicamente impactam a moeda local.

O principal é a volatilidade cambial: se o dólar cair em relação ao real, o valor do investimento em reais pode reduzir mesmo que os ativos externos tenham se valorizado. Há também o risco de mercado internacional, as bolsas americanas e globais podem oscilar. Por isso, é fundamental alinhá-los ao seu perfil de investidor e objetivos de longo prazo.

Estudos da FGV recomendam entre 16% e 20% do portfólio alocado em ativos internacionais para equilibrar a exposição cambial existente no consumo cotidiano brasileiro. O percentual ideal varia conforme o perfil, os objetivos e o prazo do investidor, uma consultoria personalizada é sempre recomendada.

Desde 2024, pela Lei 14.754/2023, os rendimentos de investimentos no exterior são tributados anualmente com alíquota única de 15%, declarada diretamente no Imposto de Renda. Não há mais a obrigação do carnê-leão mensal para esses ativos. Prejuízos podem ser compensados com ganhos em anos futuros, e países com acordo com o Brasil permitem abater o imposto pago lá fora.

É o efeito multiplicador que ocorre quando o investidor lucra tanto com a valorização do ativo em dólar quanto com a alta da própria moeda americana frente ao real. Por exemplo: se uma ação sobe 20% em dólar e o dólar sobe 10% em reais, o retorno total em reais será superior a 30%. É um dos principais atrativos dos fundos dolarizados de longo prazo.

Dúvidas Frequentes

Esclarecendo Suas Principais Perguntas Sobre os Investimentos em Fundos Dolarizados

Reunimos aqui as perguntas mais frequentes para ajudá-lo a entender melhor nosso serviço e tomar decisões com confiança. Caso ainda tenha alguma dúvida, nossa equipe está à sua disposição.
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